Buenas...
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.. como diria o Adalberto! XD
Acho que agora é minha vez de escrever algo aqui, né? É como disse o Léo, sabe, a turma "racional" passou a ser a "emotiva", nós soubemos evoluir e nos tornarmos a melhor turma que poderíamos nos tornar.
Me disseram uma vez, que os amigos que fazemos no Ensino Médio são os amigos que levamos para o resto da vida, até hoje eu não havia encontrado "amigos do Ensino Médio". Agora encontrei. Não sei se não tinha achado antes por eu ser fechada, quieta, ou por probleminhas de "amizades" não tão boas que eu tivesse. Agora, eu sei, eu tenho amigos e não só "colegas". NÓS somos uma família (que Restart isso.) e não só uma "turma". Nós somos VENCEDORES em todos os sentidos.
Quando nós, os personagens, entramos, dava pra notar o nervosismo e a emoção de todos os presentes, o professor Wilson estava com todo o rosto vermelho, e tinham muitas lágrimas nos olhos dele, e o rosto. O Adalberto estava com uma (ou as duas?) mão no rosto, com um cisco no olho, e a Marildinha então, ela estava derramada em lágrimas.
"Baby, remember my name", e foi aquele bando de panos pretos (ou marrons?) caindo, e virando pro público, lágrimas vieram ao meu rosto, tirei aquele óculos. Eu não sei o quão vermelho estava meu rosto, mas eu devia estar mais vermelha que um provável filho de tomate com pimentão, se é que me entendem.
No momento que eu me vi, lá no saguão, palco, ou seja lá o nome daquele troço amarelo lá, do lado da Vania, abaixada e vendo todos fazerem suas partes direitinho, eu fui tomada por uma emoção que não sei explicar, quando chegou a minha vez, pisei na barra da saia e algumas lágrimas deixavam minha visão turva, mas pude ver todos que estavam na bancada chorando. Até a tia do refeitório estava chorando.
No fim, quando anunciaram o segundo lugar, eu lembro de ter gritado "Essa gincana é nossa". Nunca gritei algo com tanta certeza como gritei na sexta. E, quem diria, eu estava certa, sempre estive, aliás.
Brigas sempre existirão, desentendimentos também. Para nós basta respeitar e resolver tudo de forma sensata, e não piorar mais a situação apontando erros dos outros, o que vale é a intenção, nénão? ;)
Tá, foco pra isso aqui não virar um polígrafo de Berenice.. Quero dizer, caríssimos colegas, queridos amigos, que eu sou eternamente grata por ter conhecido vocês, por ter, finalmente feito PARTE de uma turma unida, de verdade. Eu nunca vou me esquecer o quanto vocês TODOS tão sendo importantes para mim, e devo admitir, é a primeira vez que eu quero que as férias acabem logo. Sério mesmo.
Lembro de no início do ano, termos falado do fato, no mínimo curioso, de termos dois 3 repetidos, e lembro de alguém ter falado em numerologia. Eu gosto muito dessas coisas, decidi pesquisar um pouco.. Descobri então, que para fazer a "numerologia certa" dos nomes deve-se somar os números do nome (no caso 3+0+3=6) para se chegar ao resultado. Descobri que o número 6 é relacionado à LIBERDADE, e o 3 é um número que remete à perfeição, e a coisas agradáveis. Ases da Liberdade daria 55, um número mestre, que acentua o que há de bom no número 1, que remete à pioneirismo, originalidade, criatividade, honestidade, ambição, determinação e pouca convencionalidade. E.. cá entre nós, nós temos tudo isso, nénão? ;)
Beijinhos pra vocês, Lari :)
Acho que agora é minha vez de escrever algo aqui, né? É como disse o Léo, sabe, a turma "racional" passou a ser a "emotiva", nós soubemos evoluir e nos tornarmos a melhor turma que poderíamos nos tornar.
Me disseram uma vez, que os amigos que fazemos no Ensino Médio são os amigos que levamos para o resto da vida, até hoje eu não havia encontrado "amigos do Ensino Médio". Agora encontrei. Não sei se não tinha achado antes por eu ser fechada, quieta, ou por probleminhas de "amizades" não tão boas que eu tivesse. Agora, eu sei, eu tenho amigos e não só "colegas". NÓS somos uma família (que Restart isso.) e não só uma "turma". Nós somos VENCEDORES em todos os sentidos.
Quando nós, os personagens, entramos, dava pra notar o nervosismo e a emoção de todos os presentes, o professor Wilson estava com todo o rosto vermelho, e tinham muitas lágrimas nos olhos dele, e o rosto. O Adalberto estava com uma (ou as duas?) mão no rosto, com um cisco no olho, e a Marildinha então, ela estava derramada em lágrimas.
"Baby, remember my name", e foi aquele bando de panos pretos (ou marrons?) caindo, e virando pro público, lágrimas vieram ao meu rosto, tirei aquele óculos. Eu não sei o quão vermelho estava meu rosto, mas eu devia estar mais vermelha que um provável filho de tomate com pimentão, se é que me entendem.
No momento que eu me vi, lá no saguão, palco, ou seja lá o nome daquele troço amarelo lá, do lado da Vania, abaixada e vendo todos fazerem suas partes direitinho, eu fui tomada por uma emoção que não sei explicar, quando chegou a minha vez, pisei na barra da saia e algumas lágrimas deixavam minha visão turva, mas pude ver todos que estavam na bancada chorando. Até a tia do refeitório estava chorando.
No fim, quando anunciaram o segundo lugar, eu lembro de ter gritado "Essa gincana é nossa". Nunca gritei algo com tanta certeza como gritei na sexta. E, quem diria, eu estava certa, sempre estive, aliás.
Brigas sempre existirão, desentendimentos também. Para nós basta respeitar e resolver tudo de forma sensata, e não piorar mais a situação apontando erros dos outros, o que vale é a intenção, nénão? ;)
Tá, foco pra isso aqui não virar um polígrafo de Berenice.. Quero dizer, caríssimos colegas, queridos amigos, que eu sou eternamente grata por ter conhecido vocês, por ter, finalmente feito PARTE de uma turma unida, de verdade. Eu nunca vou me esquecer o quanto vocês TODOS tão sendo importantes para mim, e devo admitir, é a primeira vez que eu quero que as férias acabem logo. Sério mesmo.
Lembro de no início do ano, termos falado do fato, no mínimo curioso, de termos dois 3 repetidos, e lembro de alguém ter falado em numerologia. Eu gosto muito dessas coisas, decidi pesquisar um pouco.. Descobri então, que para fazer a "numerologia certa" dos nomes deve-se somar os números do nome (no caso 3+0+3=6) para se chegar ao resultado. Descobri que o número 6 é relacionado à LIBERDADE, e o 3 é um número que remete à perfeição, e a coisas agradáveis. Ases da Liberdade daria 55, um número mestre, que acentua o que há de bom no número 1, que remete à pioneirismo, originalidade, criatividade, honestidade, ambição, determinação e pouca convencionalidade. E.. cá entre nós, nós temos tudo isso, nénão? ;)
Beijinhos pra vocês, Lari :)
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